Límites en el Espacio-Tiempo: retomando un debate

  • Rogério Haesbaert Universidad Federal Fluminense
Palabras clave: límite, frontera, espacio, tiempo

Resumen

Este artículo se propone analizar uno de los elementos constituyentes más importantes del territorio, el de sus límites o “fronteras”. Partiendo del debate sobre la indisociable relación entre espacio y tiempo, considera los límites a través de su contextualización espacio-temporal y sin que éstos sean, a priori, interpretados como negativos, pues, nuestra existencia y nuestra autonomía dependen, constantemente, de la imbricación entre apertura y cerramiento, fijación y movilidad, o sea, creación y destrucción de límites.

Biografía del autor/a

Rogério Haesbaert, Universidad Federal Fluminense

Geografo, Doctor en geografía humana, Posdoctorado en geografía
Profesor del Programa de Posgraduación en geografía de la Universidad Federal Fluminense (Río de Janeiro, Brasil)

Citas

Agamben, G. (2013). Por uma teoria da política instituinte.. Disponível em: http://www.revistapunkto.com/2015/05/por-uma-teoria-da-potencia-destituinte.html (acessado em 20.12.2015)
__________ Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, 2004.
Arendt, H. (2004). A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
Braudel, F. (1946). O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II. Lisboa: Martins Fontes.
Brown, W. (2009). Murs: les murs de separation et le déclin de la souveraineté. Paris: Les Prairies Ordinaires.
Cassey, E. (1997). The fate of place: a philosophical history. Los Angeles: California University Press.
Cataia, M. (2010). Fronteiras: territórios em conflitos. Geografia em questão v. 3, n. 1 (disponível em:
http://e-revista.unioeste.br/index.php/geoemquestao/issue/view/350/showToc)
CHAMAYOU, G. Teoria do Drone. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
Creswell, T. (2006). On the move: mobility in the modern western world. Nova York: Routledge.
Deleuze, G. (1990). “Post-Scriptum” sobre as sociedades de controle. In: Conversações. São Paulo: Ed. 34.
Deleuze, G. e Guattari, F. (1996) Mil Platôs. São Paulo: Ed. 34.
_________ (1972) O Anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia. Lisboa: Assírio & Alvim, s/d.
Foucault, M. (2008). Segurança, território e população. São Paulo: Martins Fontes.
__________. (2001). Of other spaces. Diacritics V, In: Ditos e Escritos III: Estética – literatura e pintura, música e cinema. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
_________ . Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
Grataloup, C. (2006). Os períodos do espaço. GEOgraphia, v. 8, n. 16.
__________. (1191).Les régions du temps. En: Périodes. La construction du temps historique. Paris: Ed. da Ehess e Histoire au Présent.
Grossberg, L. (1196). The space of culture, the power of space. In: Chambers, I. e Curti, L. The Post-Colonial Question: common skies, divided horizons. Londres e N. York: Routledge.
Haesbaert, R. (2004). O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
__________. (2014). Viver no limite: território e multi/transterritorialidade em tempos de in-segurança e contenção. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
Harvey, D. (1994). The social construction of space and time: a relational theory. Geographical review of Japan, v. 67, n. 2, 126-135.
__________. (2006). O espaço como palavra-chave. GEOgraphia v. 14, n. 28.
Heidegger, M. (2006). Bâtir habiter penser. In: Essais et conférences. Paris: Gallimard.
Hissa, C. (2002). A mobilidade das fronteiras: inserções da geografia na crise contemporânea. Belo Horizonte: Ed. UFMG.
Klein, N. (2008). A doutrina do choque: a ascensão do capitalismo de catástrofe. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
Lacoste, Y. (1988). A Geografia, isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Campinas: Papirus.
Machado, L. (1998) Limites, fronteiras, redes. In: Strohaecker, T. et al. (org.). Fronteiras e Espaço Global. Porto Alegre: AGB, 1998.
Martins, J. (1997). Fronteira: a degradação do Outro nos confins do humano. São Paulo: Hucitec.
Massey, D. (2008). Pelo Espaço: por uma nova política da espacialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
__________. (1994). Space, Place and Gender. Minneapolis: University of Minnesota Press.
Merleau-Ponty, M. (1999). Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes.
Porto-Gonçalves, C. (2002). Da geografia às geo-grafias: um mundo em busca de novas territorialidades. In: Ceceña, A. e Sader, E. (org.) A guerra infinita: hegemonia e terror mundial. Buenos Aires: Clacso.
Raffestin, C. (1993) Por uma Geografia do poder. São Paulo: Ática.
Rancière, J. (2003) O princípio da insegurança. Folha de São Paulo, 21 de setembro.
Rosière, S. (2015). Mundialização e teicopolíticas: análise do fechamento contemporâneo das fronteiras internacionais. Boletim Gaúcho de Geografia v. 42, n. 2, 369-388.
Sack, R. (1986), Human territoriality. Cambridge: Cambridge University Press.
Santos, M. (1996). A natureza do espaço. São Paulo: Hucitec, 1996.
Telles, V. (2010). A cidade nas fronteiras do legal e do ilegal. Belo Horizonte: Argvmentvm.
Turner, F. (2004) O significado da fronteira na história americana. In: Knauss, P. (org.) Oeste americano: quatro ensaios de história dos Estados Unidos da América. Niterói: EdUFF.
Von Houtum, H., Kramsch, O. e Zierhofer, W. (2005) Prologue. In: B/ordering Space. Aldershot e Burlington: Ashgate, 2005.
Publicado
2019-12-31
Cómo citar
Haesbaert, R. (2019). Límites en el Espacio-Tiempo: retomando un debate. Revista Transformación Socio-Espacial, 1(1), 9-23. https://doi.org/10.22320/24525413.2019.01.01.01