Melhorias na eficiência energética do sistema de aquecimento. Potencial de intervenção num edifício escolar existente na área metropolitana de San Juan, Argentina
DOI:
https://doi.org/10.22320/07190700.2021.11.01.02Palavras-chave:
escolas, reabilitação energética, eficiência energética, simulaçãoResumo
As alterações climáticas, o crescimento constante do consumo energético e os elevados níveis de emissões registados pelo setor energético exigem a implementação de soluções concretas. A reabilitação de edifícios oferece uma oportunidade significativa para contribuir neste sentido. O objetivo do presente trabalho é analisar o potencial de intervenção num edifício escolar pertencente ao Programa Nacional 700 Escolas. As melhorias na eficiência energética são avaliadas através de simulação dinâmica e são calculados indicadores relativos ao consumo anual de energia para aquecimento. Os valores para o edifício de referência são de 74,5 kWh/m² por ano e de 158 kWh por aluno. Com as propostas de reabilitação, seria possível alcançar poupanças energéticas entre 39,7% e 60%. A alternativa R-Média apresenta-se como a mais conveniente, ao alcançar benefícios energéticos de 47%, com custos de investimento mais baixos. Os indicadores de eficiência energética para esse conjunto de melhorias são de 39,2 kWh/m² ano e de 83,1 kWh/aluno. Os resultados alcançados podem servir de referência para a reabilitação de 71 edifícios escolares construídos na província de San Juan entre os anos de 2004 e 2015, os quais correspondem a uma tipologia construtiva com semelhanças na materialização da envolvente e na configuração funcional.
Downloads
Referências
ANDERSEN, M., DISCOLI, C.A., VIEGAS, G.M. Y MARTINI, I. (2017). Monitoreo energético y estrategias de retrofit para viviendas sociales en clima frío. Hábitat Sustentable, 7(2), 50-63. DOI: https://doi.org/10.22320/07190700.2017.07.02.05
ANSI/ASHRAE (2019). Standard 62.1-2019. Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality. ASHRAE and the American National Standards Institute.
ASHRAE (2020). Reopening of schools and universities. Recuperado de https://www.ashrae.org/technical-resources/reopening-of-schools-and-universities
ATTIA, S., SHADMANFAR N. Y RICCI, F. (2020). Developing two benchmark models for nearly zero energy schools. Applied Energy 263, art. 114614. DOI: 10.1016/j.apenergy.2020.114614
AUTODESK (2011). Ecotect Analysis. Sustainable Building Design Software. Recuperado de www.autodesk.com/ecotect-analysis.
BARBOSA, F.C., DE FREITAS, V.P. Y ALMEIDA, M. (2020). School building experimental characterization in Mediterranean climate regarding comfort, indoor air quality and energy consumption. Energy & Buildings, 212. DOI: 10.1016/j.enbuild.2020.109782
BOUTET, M.L., HERNÁNDEZ, A. Y JACOBO, G. (2020). Methodology of quantitative analysis and diagnosis of higro-thermal and lighting monitoring for school buildings in a hot-humid mid-latitude climate. Renewable Energy, 145, 2463-2476. DOI: 10.1016/j.renene.2019.08.009
CAPOREALE P.E, MERCADER MOYANO, M. P. Y CZAJKOWSKI, J. D. (2017). Multi-objective optimisation model: A housing block retrofit in Seville. Energy & Buildings, 153, 476–484. 10.1016/j.enbuild.2017.08.023
ENRE (2020). Ente Nacional Regulador de la Electricidad. Ministerio de Desarrollo Productivo. Recuperado de https://www.argentina.gob.ar/enre/uso-eficiente-y-seguro/consumo-basico-electrodomesticos.
ESTEVES, A. (2017). Arquitectura bioclimática y sustentable: Teoría y práctica de la conservación de la energía. Sistemas solares pasivos y enfriamiento natural de edificios. Mendoza: FAUD, UM; INHAE, CCT-CONICET.
ESTEVES, A., ESTEVES, M.J., MERCADO, M.V., BAREA, G. Y GELARDI, G. (2018). Building Shape that Promotes Sustainable Architecture. Evaluation of the Indicative Factors and Its Relation with the Construction Costs. Architecture Research, 8(4), 111-122. DOI:10.5923/j.arch.20180804.01
GERALDI, M. S. Y GHISI, E. (2020). Mapping the energy usage in Brazilian public schools. Energy & Buildings, 224, 1-17. DOI=10.1016/J.ENBUILD.2020.110209
GODOY-MUÑOZ, A. (2015). Validación y calibración de la simulación energética de edificios La importancia del análisis de sensibilidad e incertidumbre. Tesis de Doctorado en Sostenibilidad, Universidad Politécnica de Catalunya.
HARISH, V. S. K. V. Y KUMAR, A. (2016). A Review on Modeling and Simulation of Building Energy Systems. Renewable and Sustainable Energy Reviews, 56, 1272–1292. DOI: 10.1016/j.rser.2015.12.040
IEA (2018). Informe Global. Hacia un sector de edificios y de la construcción eficiente, resiliente y con cero emisiones. Global Alliance for Buildings and Construction (GlobalABC). Coordinado por el Programa del Medio Ambiente de las Naciones Unidas. Recuperado de www.iea.org.
IRAM (2002). 11605. Acondicionamiento térmico de edificios. Condiciones de habitabilidad en Edificios. Revisión 2002. Instituto Argentino de Normalización.
IRAM (2002). 11601. Aislamiento térmico de edificios. Métodos de cálculo. Instituto Argentino de Normalización.
IRAM (2012). 11603. Acondicionamiento térmico de edificios. Clasificación bioambiental de la República Argentina. Instituto Argentino de Normalización.
IRAM (2017). 11900. Prestaciones energéticas en viviendas. Método de cálculo. 2° Edición. Instituto Argentino de Normalización.
KHAN, H.S., ASIF, M. Y MOHAMMED, M.A. (2017). Case Study of a Nearly Zero Energy Building in Italian Climatic Conditions. Infrastructures, 2(4), 19. DOI: 10.3390/infrastructures2040019
KUCHEN, E. Y KOZAK, D. (2020) Transición energética argentina. El nuevo estándar de eficiencia energética en la evaluación de la vivienda social. Caso de estudio: Vivienda de Barrio Papa Francisco. Hábitat Sustentable, 10(1), 44 -55. DOI: https://doi.org/10.22320/07190700.2020.10.01.04 HS
MINISTERIO DE EDUCACIÓN (1998). Criterios y Normativa Básica de Arquitectura Escolar. Dirección de Infraestructura. Gobierno de la Nación. Argentina.
PONTORIERO, D. (2017). Banco de datos meteorológicos, 2006 a 2015. Instituto de Energía Eléctrica, Facultad de Ingeniería, Universidad Nacional de San Juan.
RÉ, M.G. (2017). Arquitectura escolar. Análisis del Programa Nacional 700 Escuelas en la Provincia de San Juan. Actas del XXI Congreso ARQUISUR. Eje 1. Trabajo Nº30. En: https://www.researchgate.net/publication/320300087_ARQUITECTURA_ESCOLAR_ANALISIS_DEL_PROGRAMA_NACIONAL_700_ESCUELAS_EN_LA_PROVINCIA_DE_SAN_JUAN
RÉ, M.G., BLASCO LUCAS, I. Y FILIPPÍN, C. (2016). Evaluación higrotérmica y energética de un edificio escolar perteneciente al Programa Nacional 700 Escuelas, en el Área Metropolitana de San Juan, Argentina. Hábitat Sustentable, 6(2), 40-51.
ROCKY MOUNTAIN INSTITUTE [RMI] (2020). Recuperado de https://rmi.org/
SAN JUAN, G. (2014). Aprendizaje en las escuelas del siglo XXI. Nota 5. Auditoría ambiental y condiciones de confort en establecimientos escolares. Banco Interamericano de Desarrollo.
SEKKI, T., ANDELIN, M., AIRAKSINEN, M. Y SAARI, A. (2016). Consideration of energy consumption, energy costs, and space occupancy in Finnish daycare centres and school buildings. Energy & Buildings 129, 199–206. DOI: 10.1016/j.enbuild.2016.08.015
SELECTRA (2020). Factor de conversión del gas natural, de m3 a kWh. Recuperado de https://preciogas.com/faq/factor-conversion-gas-natural-kwh.
TRISNAWAN, D. (2018). Ecotect design simulation on existing building to enhance its energy efficiency. IOP Conference Series: Earth and Environmental Science, 105. DOI:10.1088/1755-1315/105/1/012117
VELOSO, A.C.O. Y SOUZA, R.V.G. (2019). Peso do sistema de arcondicionado no consumo de energía eléctrica em edificacao de escritorios: estudo de caso em Belo Horizonte – Brasil. International Building Performance Simulation Association. IBPSA.
WANG, S., YAN, C. Y XIAO, F. (2012). Quantitative energy performance assessment methods for existing buildings. Energy & Buildings, 55, 873–888.
WIKIPEDIA (2020). Mapa de Argentina con localización de la provincia de San Juan. Recuperado de https://es.wikipedia.org/wiki/Provincia_de_San_Juan_(Argentina).
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2021 María Guillermina Ré, María Pía Mazzocco, Celina Filippín

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0.
O conteúdo dos artigos publicados em cada número do Habitat Sustentável é da exclusiva responsabilidade dos autores e não representa necessariamente o pensamento ou compromete a opinião da Universidad del Bío-Bío.
Os autores mantêm os seus direitos de autor e concedem à revista o direito de primeira publicação da sua obra, que está simultaneamente sujeita à Licença de Atribuição Creative Commons CC BY-SA que permite a outros partilhar, transformar ou criar novo material a partir desta obra para fins não comerciais, desde que a autoria e a primeira publicação nesta revista sejam reconhecidas, e as suas novas criações sejam licenciadas sob os mesmos termos.









Programa de Informação Científica/Concurso Fondos de Publicación de Revistas Científicas 2018/ Proyecto Mejoramiento de Visibilidad de Revistas UBB (Código:FP180007)




