Editorial

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DOI:

https://doi.org/10.22320/07190700.2021.11.01.00

Palavras-chave:

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Resumo

ARQUITETURA ALÉM DA SUSTENTABILIDADE
É um facto que a pandemia da COVID-19 teve impacto não só nas nossas vidas, mas também na disciplina da arquitetura, que voltou o seu olhar para a saúde e o bem-estar das pessoas que habitam os espaços arquitetónicos. A verdade é que o bem-estar dos ocupantes tem sido objeto de interesse disciplinar já há vários anos, mas tem sido ainda mais enfatizado com os requisitos de higienização e qualidade ambiental dos espaços, decorrentes da pandemia. Hoje, esperamos que a arquitetura sustentável não vise apenas mitigar os impactos negativos que os edifícios geram sobre o ambiente, mas também proporcione espaços saudáveis, confortáveis e centrados nos habitantes. Desta forma, a agenda da sustentabilidade na arquitetura, habitualmente orientada para aspetos ambientais como energia zero, eficiência hídrica ou economia circular, começa a abranger a dimensão social com muito mais força. Talvez esta tendência surja, em parte, como reação aos edifícios de alto desempenho que mantêm a lógica da arquitetura internacional do século XX — um estilo arquitetónico para todos os climas —, onde uma envolvente com materiais altamente tecnologizados, sistemas de climatização e iluminação sofisticados e eficientes permitem desempenhos ambientais eficientes em diferentes contextos. Atualmente, em diferentes partes do mundo, defende-se uma arquitetura mais «humanizada».

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Publicado

2021-06-30

Edição

Secção

Editorial

Como Citar

Trebilcock-Kelly, M. (2021). Editorial. Hábitat Sustentable, 11(1), 06-07. https://doi.org/10.22320/07190700.2021.11.01.00

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